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Você já viu mães e pais transportarem seus filhos pendurados em seus corpos, não é? Já ficou se perguntando se é confortável para o bebê estar ali? Tem dúvida se a melhor forma é usar Canguru ou Sling? Se sim, neste texto você terá todas as respostas para as suas dúvidas.

Na verdade, tanto faz usar Canguru ou Sling – desde que usados a partir do momento adequado e da forma correta.

Quando no útero, as pernas do bebê estão em posição fetal, ou seja, dobradas e cruzadas. O endireitamento súbito das pernas para uma posição em pé pode soltar as articulações e danificar a cartilagem macia do encaixe.

Muitos pais acham que os panos podem proporcionar conforto para bebês agitados, reduzir o choro e desenvolver padrões de sono mais estabelecidos. Quando os bebês estão enrolados, deve-se ter cuidado para escorregar corretamente para que o bebê fique seguro e em uma posição saudável.

Há muitas maneiras de envolver os bebês usando panos especialmente desenvolvidos para isso. Para que os panos permitam o desenvolvimento saudável do quadril, as pernas devem ser capazes de dobrar para cima e para fora nos quadris. Esta posição permite o desenvolvimento natural das articulações do quadril.

Por volta do segundo ou terceiro mês de vida, geralmente a criança já tem um bom controle cervical. Este é o momento para começar a testar alternativas para o transporte.

As pernas do bebê não devem ser firmemente enroladas para baixo e pressionadas juntas, a fim de reduzir a pressão sobre a articulação do fêmur com o quadril. Em relação à altura da cabeça do bebê, o topo deve estar na altura da base do pescoço da mãe. O fato de os bebês com quadris e joelhos em uma posição estendida pode aumentar o risco de displasia e luxação do quadril.

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